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Domingo, Julho 12, 2009

Cine Becos de Julho

Sexta-feira, Julho 03, 2009

17ª Mostra de Teatro Monte Azul – Velhos Novos Dias


Núcleo Monte Azul:

Quinta-feira, 09/07

20h:

Abertura Oficial

Homenagem ao Dramaturgo Reinaldo Maia, integrante do Grupo Folias D’arte, criador do Núcleo 2 do Grupo de Teatro Monte Azul, colaborador de vários grupos e movimentos da classe artística de São Paulo.

- Cerimônia de Abertura com a participação de amigos e colegas ligados à Reinaldo Maia

- Lançamento da Exposição “Lembranças de Reinaldo Maia”

- Intervenção urbana “Travessia” do Grupo Caixa de Imagens.

Local: Centro Cultural Monte Azul

Sexta-feira, 10/07

20h:

Fernando Nitsch – Ceci Beijou Peri e aí José (16 anos)

Um jovem leitor de José de Alencar depara-se com sues escritos para o Imperador do ano de 1865 em que defende a instituição de escravidão. Diante da revelação dos escritos, atônito, ele começa a raciocinar sobre o que ele é e o que somos como brasileiros e o que fazemos para transformarmos a realidade onde vivemos. Dramaturgia e Direção: Reinaldo Maia. Interpretação: Fernando Nitsch.

Local: Centro Cultural Monte Azul

Sábado, 11/07

15h:

Trupe Artemanha – Brasil, quem foi que te pariu? (Livre)

A partir da visão bem humorada de dois escravos-tigres embarcaremos em uma viagem musical pela história de um Brasil que nunca se viu. De uma forma alegórica o espetáculo de rua “Brasil, quem foi que te pariu?”, celebra o encontro entre o índio, o branco e o negro que geraram o nosso Brasil de multifaces, raças e credos. Elenco: Alexandre Mattos, Danielle Salibian, Eder Lopes, Eduardo Paiva, Eliete dos Santos, Lilyan Teles e Luciano Santiago. Direção: Luciano Santiago.

Local: Quadra da Favela Monte Azul

20h:

Grupo Trabalhadores da Arte – Foices, Facões, Fuzis (14 anos)

Batizada Foices, Facões, Fuzis, esta adaptação da peça “Os fuzis da Senhora Carrar”de Brecht trata da verdadeira guerra civil que ocorre no campo brasileiro pela posse da terra. Os dramas podem não ser os mesmos, mas são muito semelhantes. Bem como as opções, as escolhas e as dores que elas provocam em nós. Brecht queria falar de um ser humano inserido em um campo de forças bem definido: ou vai à luta e arrisca a vida, ou se cala. Mas não existe neutralidade: calar-se também pode significar a morte.

Elenco: Bárbara Kanashiro, Cléo Moraes, Cristiano Nery, Denis Snoldo, Eduardo Mancini, Marla O’Hara, Natália Sanches e Rozanna Lazzaro . Direção: Maria Cecília Garcia.

Local: Centro Cultural Monte Azul

Domingo, 12/07

14h:

Alma Ambiental – Antes que a Terra Fuja (Livre)

O espetáculo conta uma fábula, em que a Mãe Terra planeja uma fuga do sistema solar e os demais planetas, estrelas e satélites tentam convencê-la do contrário. A história se passa num universo lúdico em que o jogo e a reflexão se encontram numa Via Láctea muito desgovernada. Para que todos não caiam num imenso buraco negro com a saída de órbita da Mãe Terra, o Sol envia raios especiais na esperança dos demais planetas enxergarem a potência de transformação escondida nos seres humanos. Nesse caminho, eles se deparam com a difícil realidade de alguns desses seres humanos em um confronto de diferenças e semelhanças.

Elenco: Fábio Bertassi, Juan Velásquez, Letícia Amoroso, Mauro Grillo, Thabata Ottoni, Maria Cecília Mansur Oliveira. Músicos: Marcello Nascimento, Thiago Silva e José Maria Silva. Direção: Thabata Ottoni.

Local: Quadra da Favela Monte Azul

20h:

Confraria das Três Águas – A Curandeira (14 anos)

Uma curandeira oferece poções para o corpo e sabedorias para a alma, com

ajuda de histórias e poemas. A atriz percorre um caminho de recordações,

compartilhado e vivenciado com o público. Texto e atuação: Adriana Fortes.

Dramaturgia: Reinaldo Maia. Direção: Melani Halpern.

Local: Centro Cultural Monte Azul

Quarta-feira, 15/07

20h:

Grupo Raiz – O Médico à Força (16 anos)

A trama se desenrola a partir de um ato vingativo da mulher do lenhador Sganarello, a partir de uma intrincada teia de relações entre os personagens, Martinha que pensava estar a constranger seu marido ao fazê-lo passar por médico para curar a suposta mudez de Lucinda filha do senhor Gerente. O Médico à Força é mais uma incursão mordaz na sociedade, extraindo dela uma fatia muito especial para sua cômica análise: a classe médica.

Elenco: Fernando Oliveira, Joania Vieira, Lana Rocha, Marcos Incenna,Valdir Santos e Welton Silva. Direção: Geraldo Fernandes.

Local: Centro Cultural Monte Azul

Quinta-feira, 16/07

17h

Brava Cia – Aula-espetáculo (Livre)

Apresentação do processo de criação da Brava Cia com a participação do público.

Local: Centro Cultural Monte Azul

19h:

Teatro Monte Azul e Núcleo 2 – Leitura Dramática (14 anos)

Exercício de Leitura dramática de um dos textos de Reinaldo Maia, escolhido no dia.

Local: Barzinho Cultural Monte Azul

Sexta-feira, 17/07

10h:

I Encontro de Teatro Escolar Monte Azul (Livre)

A proposta deste evento é promover a troca de processos entre estudantes do ensino público inseridos em projetos de Teatro em suas escolas e comunidades. Nesta edição: EMEF Ibrahim Nobre com o espetáculo “Lisístrata, a Greve do Namoro” e Turma Nossa Ciranda com o ensaio “Velha Nova História de Amor”.

Local: Centro Cultural Monte Azul

Sábado, 18/07

15h:

Circo Ponte das Estrelas – As Perguntas de Antonio (Livre)

Enquanto Antonio limpa as ruas da cidade, ele fica pensando nas grandes perguntas da vida… Mas no final das contas – para que ter tantas perguntas sem respostas? E por quê aparecem aquelas máscaras estranhas cada vez que António começa à pensar?

Coordenação: Katrin Burget

Local: Centro Cultural Monte Azul

20h:

Cia Além do Mais – Alice e Gabriel (14 anos)

Levemente inspirado em Romeu e Julieta, e repleto de poemas de ulisses Tavares, peça conta a história de dois jovens que se conhecem e se apaixonam, apesar da distância que os separam. Através de e-mails, mensagens de celular, Orkut e telefonemas, mantém o relacionamento onde se revelam conflitos, desentendimentos e situações tipicas do cotidiano adolescente. Elenco: Milena Correia, Gabriel Calamari, Thais Regina e Vitor Bertolini. Direção: Vinicius Calamari.

Local: Centro Cultural Monte Azul

Domingo, 19/07

17h:

Grupo Pessoas & Projetos – O Rouxinol e a Rosa (Livre)

Opereta infanto-juvenil, baseada no conto de mesmo nome de Oscar Wilde, conta a história de um jovem e belo rapaz, Bruno, que se apaixona por Bárbara, que lhe pede uma rosa vermelha para usar com seu vestido novo num baile. O Rouxinol, encantado com o jovem Bruno e compadecido por ser impossível uma rosa vermelha no inverno, realiza o desejo do rapaz. Uma história lúdica, envolvente, contada através de recursos de multimídia, com a temática do amor, sonho e alegria de viver.

Elenco: Chris Palma, Dilene Valcarcel, Dion Lázzaro, Ingrid Albuquerque, Jeferson Lourenço e Letícia Cascardi. Direção: Luiz Carlos Gomes

Local: Centro Cultural Monte Azul

20h:

Grupo Pessoas & Projetos – A Vida é Sonho (Livre)

O espetáculo é uma adaptação da peça “La vida és sueño”, e conta a história de Segismundo, um príncipe que ao nascer foi aprisionado pelo temor do rei que viu em prognósticos dos astros que o filho seria tirano e lhe tiraria a vida. O rei fez construir uma torre e o manteve lá durante 20 anos. Por um descuido do conselheiro e chefe da guarda, Clotaldo, o único a saber sobre a torre e o seu segredo, dois jovens entram no local, enquanto na corte, os herdeiros mais próximos articulam a tomada do trono. Elenco: Luiz Carlos Gomes, Sander Newton, Dilene Valcarcel, Eliana Tavares, Elis Rebouças, Jeferson Lourenço e Vanessa Rodrigues. Músicos: Vinícius Romay, Rafael Fernandes e Mateus Moisés. Direção: Luiz Carlos Gomes.

Local: Centro Cultural Monte Azul

Quinta-feira, 23/07

19h:

Band’doido – Samba Cênico (14 anos)

Intervenção cênico-musical do grupo com passagens do trabalho “É brasileiro, já passou de português!”.

Local: Barzinho Cultural Monte Azul

Sexta-feira, 24/07

10h:

Circo Ponte das Estrelas – As Perguntas de Antonio (Livre)

Vide sinopse do dia 18/07.

Local: Centro Cultural Monte Azul

20h:

Núcleo Bartolomeu de Depoimentos – Cindi Hip Hop-Pequena Ópera Rap (12 anos)

“Cinderela” é um dos contos de fadas mais populares de todos os tempos.

Mas quem são estas “Cinderelas” nos dias de hoje?

Partindo deste forte arquétipo, a partir da história original, foi criada uma fábula contemporânea, para falar de questões relevantes aos jovens do nosso país que, apesar de toda adversidade e obstáculos, não desistem nunca de seus sonhos.

Elenco: Alan Gonçalves, Daniela Evelise, Dani Nega, Ícaro Rodrigues,
Jé Oliveira, Raphael Garcia, Roberta Marcolin. Direção: Roberta Estrela D'Alva.

Local: Centro Cultural Monte Azul

Sábado, 25/07

17h:

Cia. Jovem Paidéia de Teatro - O Fio do Machado (“To be or not to be”) (12 anos)

A Cia Jovem Paidéia de Teatro, iniciou em 2007 um projeto chamado “O Fio do Machado”, inspirado em contos de Machado de Assis.

Hoje, baseado em um dos “Contos Avulsos”, do escritor, apresenta o espetáculo: “To be or not to be” (1876), que narra a história de André Soares, um rapaz que almeja conseguir as melhores coisas da vida. Elenco: Aloisio Bandarra, Carmen Rosa, Deborah Moreira, Dhyana Cottens, Diego Giraldez, Laura Fabris, Lucas Costa, Luiz Carlos Spinola, Marcela Kukta, Max Röhrig e Rodolfo Matos. Direção: Flávio Porto

Local: Centro Cultural Monte Azul

20h:

Cia Cênica Nau de Ícaros – A Cidade dos Sonhos (Livre)

Panigon, Rei da São Saruê, terra fabulosa dos rios de leite e mel, onde “quem mais dorme mais ganha” e “onde as ruas são feitas de lasanha”, desembarca com sua troupe de ciganos-malabaristas e nômades-circenses numa “cidade feia” qualquer. Assim que chegam, os “cocanhos” iniciam uma farta distribuição de guloseimas para a platéia, bem como a colorir e enfeitar o cenário da cidade-feia. A luta entre Panigon e sua onírica troupe circense-cigana, dada a distribuir doces, com os inimigos do sonho e dos bombons de chocolate constitui o eixo ao redor do qual se articula a ação do espetáculo “Cidade dos Sonhos” que, além de encantar adultos, jovens e crianças, também quer adocicar as almas e as bocas de seus espectadores. Elenco: Álvaro Barcellos, Beatriz Evrard , Erica Rodrigues, Celso Reeks , Letícia Doretto, Patrícia Rizzi. Músicos: Chico Valle e Denis Duarte. Direção: Leopoldo Pacheco.

Local: Pátio do Centro Cultural Monte Azul

Domingo, 26/07

20h:

Grupo Clariô de Teatro – Hospital da Gente (14 anos)

“HOSPITAL DA GENTE” é um espetáculo marginal, que foi construído a partir dos desconcertantes contos/cantos do escritor pernambucano Marcelino Freire. Catadas dos cantos/contos de Marcelino Freire, trabalhadoras do Brasil abrem as portas dos seus barracos para revelarem à que vieram, qual o seu papel, seu lugar no caos. Figuras tão conhecidas como a mendiga, a bêbada, a prostituta , a velha, a mãe ou a dona de um boteco de uma Favela Fênix qualquer, dão luz à perguntas apagadas do nosso questionário a respeito do que está acontecendo. Elenco: Alaissa Rodrigues, Janaína Batuíra, Maira Galvão, Martinha Soares, Naloana Lima, Naruna Costa e Paloma Oliveira. Direção: Mario Pazini.

Local: Centro Cultural Monte Azul

21h30:

Encerramento da Mostra de Teatro Monte Azul com Umojá (Livre)

Local: Pátio do Centro Cultural Monte Azul

Núcleo Peinha:

Sábado, 11/07

18h:

Brava Cia – A Brava (Livre)

A Brava é um espetáculo que mostra a história de Joana d’Arc, uma jovem camponesa que se atira à frente da guerra entre França e Inglaterra, com o intuito de unificar seu país. Sua figura e a crença em sua causa atraíram grande atenção, fazendo com que Joana fosse qualificada das formas mais diversas: desde donzela, como ela mesma se intitulou, até prostituta, apelido que lhe foi atribuído pelo lado oposto da guerra.

Elenco: Rafaela Carneiro, Fábio Resende, Márcio Rodrigues e Ademir de Almeida. Direção: Fábio Resende

Local: Anfiteatro Peinha

Quinta-feira, 23/07

13h:

Programação Especial na Peinha (Livre)

Programação voltada para o público infantil na comunidade da Peinha, com a intervenção “Nem Dia, Nem Noite” do Grupo Caixa de Imagens, oficina de máscaras para crianças com Guilherme Leal e cortejo.

Local: Anfiteatro Peinha

Sábado, 25/07

13h:

Confraria da Paixão – O Gato sem Botas (Livre)

Inspirado na obra de Charles Perrault, dois palhaços contam a história do gato, revertendo o seu sentido original, onde “para se vencer na vida é preciso ser esperto”. Uma obra que tem por objetivo estabelecer junto às crianças um diálogo acerca dos valores morais e éticos da conduta humana, como a ombridade, gratidão, honestidade, respeito, solidariedade, entre outros. Um espetáculo interativo, terno e muito divertido. Elenco: Ana Paula Franciono, Clovson Carvalho, Eduardo Poyares, Elis Sena, Fábio

Torres, Lucas Logan, Luiz de Assis Monteiro, Pamela Almendra, Renata Barbosa,

Vagner Anjinho e Wilson Luís. Direção:Luiz de Assis Monteiro

Local: Anfiteatro Peinha

Núcleo Horizonte Azul:

Sábado 11/07

19h:

Trupe Fuleragem – Fora do Trilho (Livre)
Fora do trilho é o exercício da máscara do palhaço no palco, passando por cenas criadas à semelhança dos clássicos e criações puras nas quais eles aplicam a lógica e o olhar do palhaço para as suas experiências e observações do cotidiano.
Elenco: Diego Avelino, Luan Luando, Leandro Melo e Uashington Gabriel.
Direção: Thais Ferrara e Heraldo Firmino.

Local: Espaço Cultural Horizonte

Terça-feira, 21/07

10h e 14h:

Circo Ponte das Estrelas – As Perguntas de Antonio (Livre)

Vide sinopse do dia 18/07

Local: Espaço Cultural Horizonte

Sábado, 25/07

19h:

Trupe Fuleragem – Fora do Trilho (Livre)

Vide sinopse do dia 11/07.

Local: CEU Vila do Sol

Eventos especiais:

Exposição “Lembranças de Reinaldo Maia”

Endereços:

Centro Cultural Monte Azul: Av. Tomás de Souza, 552 – Jd Monte Azul

Anfiteatro da Peinha: Rua Itapaiúna, 36 – Jd Santo Antonio

Quadra da Favela: Rua Vitalina Grassmann, 290 – Jd Monte Azul

Espaço Cultural Horizonte: Rua Agatino de Esparta, 25 – Jd Horizonte Azul

CEU Vila do Sol: Estrada dos Funcionários Públicos, 635 – Jd Vera Cruz

Quinta-feira, Julho 02, 2009

A Sacola de Imagens

NCA nos diz:

Ô nóis aqui traveis...
é com grande satisfação que viemos comunicar que está aberta a
"Sacola de imagens", onde nós do NCA em parceria com o
Circuito de Vídeo Popular
estaremos todo primeiro domingo mês, passando vídeos e filmes e promovendo discussões através do audiovisual no Sacolão das Artes (uma das residências dos trabalhadores da cultura popular), esse domingo a Capoeira e a Africanidade estão em cena com a exibição dos vídeos:
O grande vencedor
(Cine Favela); Maré Capoeira (Paola Leblanc);
Hip Hop: África - Brasil, apenas um oceano entre nós (NCA);
Será às 18:30hs no dia 05/07,
o endereço do Sacolão é: Rua Cândido José Xavier, 577 - Pq. Sto Antônio.

Nome do Vídeo: O Grande Vencedor
Direção: Jucélio Santos
Realização: Cine Favela
Duração: 15 min
Ano: 2009
Gênero: Ficção

Sinopse: A história de um menino que não suportando ver a violência sofrida por sua mãe, foge, deparando e vivenciando com outras realidades. Encontrou através da capoeira um novo rumo para a vida.

Contato com os realizadores: cinefavela@gmail.com


Título: Maré Capoeira
Direção: Paola Leblanc
Duração: 15 min
Ano: 2005
Cidade: UF(s): RJ País: Brasil
Gênero: Doc-Fic
Subgênero: Suspense
Sinopse: Maré é o apelido de João, um menino de dez anos que sonha ser mestre de capoeira como seu pai, dando continuidade a uma tradição familiar que atravessa várias gerações. O curta mistura ficção e documentário para contar uma pequena história de amor e guerra.

Nome do Vídeo: Hip hop: África - Brasil, apenas um oceano entre nós.
Realização: NCA, apoio Filmagens periféricas
Duração: 38 min
Ano: 2007
Gênero: Documentário

Sinopse: O intercâmbio Cultural entre os grupos de rap Z`Africa Brasil e Faso Kombat (Burkina Faso), mostra que o oceano não divide a força da cultura Africana..

Contato com os realizadores: ncanarede.blogspot.com

É na faixa povo, é só chegá!!!

Quarta-feira, Junho 03, 2009

Cine Becos recomenda: Ôrí e Simonal

Estão em cartaz em São Paulo dois filmes muito bons que nos fazem refletir muito sobre nossa condição de ser negro na sociedade brasileira.



O primeiro deles, Ôrí, documentário que estreiou em 1989 e que fora produzido durante 11 anos, volta aos cinemas em cópia restaurada.
O filme nos convida a adentrar as questões da ancestralidade africana, da diáspora, do quilombo, do ativismo negro, da religiosidade, da musicalidade, guiados pela voz doce e sábia da historiadora, poeta e ativista negra Maria Beatriz Nascimento (Aracaju, 1942 – Rio, 1995). Um filme poético e histórico ao mesmo tempo. Me fez pensar na seguinte questão: a nossa geração é herdeira de um sem número de conquistas e tem uma responsabilidade enorme em levar adiante e cobrar que elas sejam efetivadas. O que estamos fazendo?

Ôri Direção: Raquel Gerber - Brasil - 2008 – 91 min. - Livre
Em cartaz no Cine Bombril

Não tive a oportunidade de conhecer Simonal durante minha infância e adoslescência e com este filme fiquei sabendo o porquê: Simonal foi tido como um dedo duro na época da ditadura pela classe artística brasileira e foi condenado ao ostracismo! Ele faleceu só em 2000 passando quase 30 anos tentando limpar a sua barra !


Muitas interpretações são possivéis e o filme aponta para a questão do quarto poder da imprenssa brasileira em condenar as pessoas. No entanto, acho que o buraco é mais embaixo, muito mais embaixo: trata-se de um exemplo claro de que o negão Simonal estava indo além do tolerável em uma sociedade racista, típico "negro metido" se tornou símbolo brasileiro da valorização estética negra que estava ocorrendo nos EUA , tinha muito talento musical, não estava nem aí para os da "canhota" (hahahahaE)Enfim tudo isto misturado com algumas mancadas que deu, Simonal se tornou um alvo fácil para ser a "ovelha negra" no campo artístico brasileiro da "alta cultura" que sabia selecionar muito bem seus membros...

Simonal - Ninguém Sabe o Duro que Eu Dei (2009, Brasil)
direção: Claudio Manoel, Calvito Leal, Micael Langer; fotografia: Gustavo Hadba; montagem: Pedro Duran, Karen Akerman; música: Berna Cerpas; produção: Lorena Bondarovsky; estúdio: TvZero, Zohar, Globo Filmes; distribuição: MovieMobz. 82 min

Quarta-feira, Maio 27, 2009

Cine Campo Limpo

Cine Campo Limpo, mais um na lista. Daqui uns vai ser igreja, bote, igreja, boteco, cinegrupo, igrja, cinegrupo, sarau, boteco, botecocine, igreja, ....


Cine Becos neste domingo! Grátis!!



Neste domingo receberemos a visita do pessoal do programa Manos e Minas da Tv Cultura. Esperamos por todos!

Segunda-feira, Maio 25, 2009

Cine Escadão a milhão

Cine Escadão a milhão na zona norte....


Terça-feira, Maio 19, 2009

Com Umoja em Brasília

Nesse final de semana tive a oportunidade de acompanhar o trabalho do Umoja numa caminhada por Brasília e suas Cidades Satélites com o apoio do coletivo Radicais Livres S/A. Brasília é muito surreal, só deve perder para Las Vegas.

Durante as apresentações em escolas, rebarbas de festival (ocupamos o Festival de Planaltina. kkk) e mais uma porrada de lugares as quebradas nos receberam muito bem, gente hospitaleira, massa, onde as casa são pintadas naturalmente de um marrom puxando pro vermelho e o limite vista é a linha do horizonte.

Quando tiver mais tempo passo mais adiante essa pegada, por enquanto, enquanto não sai os vídeos fica aí abaixo um trecho de nosso rolê.

Direto do site da Fundação Palmares

O grupo Umoja esteve no dia 18 de maio em visita à sede da Fundação Cultural Palmares. Seus integrantes vieram conhecer a instituição e verificar um pouco do trabalho desenvolvido em favor da cultura afro-brasileira. Umoja é um grupo que trabalha com diversas linguagens artísticas, com ênfase nas referências às culturas afro-brasileiras e nos seus aspectos híbridos, sejam danças dramáticas populares e musicalidades como: cocos, maracatus, sambas rural, de roda, de viola, de partido alto, cirandas e afoxés.




A chefe de gabinete da FCP, Eliane Borges, recebeu o grupo e explicou algumas das ações desenvolvidas. Ela comentou as ações da Fundação Palmares, o trabalho da instituição e o apoio a projetos, seminários e eventos demandados pela comunidade negra brasileira, para a participação do Brasil no III Festival Mundial das Artes Negras (FESMAN). O grupo Umoja tem como missão ser referência na valorização das culturas e dramaturgia afro-brasileiras para a comunidade da Zona Sul do Estado de São Paulo. O grupo conta com 15 integrantes com interesses comuns e formações e referências artísticas diversas, tais como: autodidatas, pesquisadores universitários, artistas em processo de formação, atores, bailarinos, músicos, figurinistas, e produtores, com diversas idades que têm identificação com o universo das culturas populares e afro-brasileiras.

Preto Soul em Programa de Rádio por Internet


Olá a todos! Esta é minha primeira vez que escrevo em Blog!!! Incrivel, não. Eu sou Renato Candido e estou no CineBecos há um bom tempo já, mas não tinha me familiarizado com esta ferramenta de blog ainda.

Formada por 9 integrantes sendo eles:

Wagnão e Baltazar (Vocais)
Dêssa Souza e Negra San (Backing vocals)
Fabio Véio (Trumpete)
Adair Vinícius (Trombone)
Luís Cláudio (Contra Baixo)
Alexandre Cruz (Bateria)
Sandro Lima (Guitarra)

...a Banda Preto Soul que agita vários encontros culturais de quebrada na nossa Campo Limpo, Capão, Ângela e outras quebradas foi entrevistada no programa "Quem Procura Acha" do mês de Maio na Webrádio do Sindpd (Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados de São Paulo).

O programa tá animal e é também uma homenagem as nossas Blackeras ou Os Quentes que rolavam ainda nos idos dos anos 70 com muita energia da música black.

O programa é realizado e apresentado por esta pessoa que escreve aqui e, agora que perdida a minha timidez blogueira, irei estar muito mais presente aqui no nosso Blog do CineBecos

Abraços a todos

Quinta-feira, Maio 14, 2009

Sacolão das Artes interditado



Direto do blog da cia. A Brava.


A Brava Companhia e os demais integrantes do Sacolão das Artes pedem desculpas a população pelos espetáculos e outras atividades cancelados nos últimos dias.
O espaço do Sacolão das Artes encontra-se atualmente interditado a pedido da Subprefeitura M'Boi Mirim. O motivo alegado é a uma suposta falta de segurança oferecida por uma parede construída pela Brava Companhia como melhoria para o espaço de apresentações.
No momento, toda a equipe de coordenação do Sacolão está negociando com o Poder Público local a reabertura, mesmo que parcial, do espaço e a retomada das atividades.
A Brava Companhia deixa aqui um primeiro registro do seu repúdio a essa atitude arbitrária e irresponsável do Poder Público local, que além não ter nenhuma proposta de política pública cultural para a região, desrespeita a sua população com esse tipo de interferência em atividades realizadas pela sociedade civil organizada.
Em breve, mais noticias sobre esse fato.

A Brava

O Buzzo convida

Domingo, Maio 10, 2009

Viola, Prosa e Poesia na Casa de Cultura

Sábado, Maio 09, 2009

Lároyè!!!!!!!!

Videolência na Ação Educativa

Sábado, Abril 25, 2009

CineBecos em abril é...


Na persistência, na resistência, na louccura, na gana e sem holofotes o CineBecos, muitas vezes Cinema no Lombo, apresenta em abril Tainá pra molecada e logo depois, às 19h o Kantuta, trampo que contou com a participação de nosso Parceiro Renato Cândido.
É nesse domingão e na faixa.

Sexta-feira, Março 27, 2009

Ouro de Cobre do Ganu

Ganu, artista plástico e parceirinho de longa data sempre trincou com a gente, levou seu trampo e de outros camaradas com muito carinho pra expor numa exibição do CineBecos na Casa de Cultura de M Boi, os quadros e artefatos dividiram espaço com os vídeos Panorama: Arte na Periferia e 2 Meses e 23 Minutos.

Agora, o pintor insaciável nos convida para a abertura de sua exposição "Ouro de Cobre", lá perto da Avenida Consolação.

Ganu, vc merece inúmeras outras!

Quarta-feira, Março 25, 2009

O Panelafro


Segunda-feira, Março 23, 2009

CiNECUFA abre inscrição

A Toró no arrebento

"Edições Toró pede licença e convida pra chegar nos puxadinhos mais recentes do nosso sítio. O www.edicoestoro.net"

É asssim que se inicia o e-mail com a divulgação do SÍTIO de um dos grupos mais significativos que conheço. A inquieta Toró, não se contetentou em lançar 15 livros de autora(e)s da literatura marginal, literatura periférica... pessoas que constróem e movem os saraus que burbulham nas quebradas, subúrbios, morros, periferias adentro e agora se envolve na rede.

No SÍTIO, podemos encontrar entrevistas em áudio, livros para download, vídeos, dissertações e teses acadêmicas.

As postagens desse mês são:

RECITAIS

Elizandra Souza e Akins Kinté

PESQUISAS

Mei Hua - “A Literatura Periférica na Escola”
Érica Peçanha do Nascimento - “ Literatura Marginal: Os escritores da periferia entram em cena”
Allan da Rosa - “Imaginário, Corpo e caneta: Matriz Afro-brasileira em Educação de Jovens e Adultos”.

ENTREVISTAS
Movimento Hip Hop e Cinema

Gaspar (Záfrica Brasil)
Tiely Queen (HipHopMulher)
Mateus Subverso (Posse Suatitude – Edições Toró)
Rogério Pixote (Cine Becos e Vielas, diretor de “Dois meses e 23 minutos”, “Laroyê” e “Tá me ouvivendo?”)
Daniel Fagundes (Integrante do NCA, Núcleo de Comunicação Alternativa, co-diretor de “Videolência”, diretor de “Cosmolho” e “Sonho de Várzea”)
Luiz Barata ( Educador em Cinema e Vídeo, trabalha atualmente na entidade Ação Educativa)

Quarta-feira, Março 04, 2009

Videolência no CineBecos

Domingo, Fevereiro 22, 2009

Fazendo o Amanhã, Talvez.


Nos dias 07 e 08 de fevereiro foi gravado o vídeo "Amanhã, Talvez", segundo curta-metragem do projeto Contos de Bairro que realizará três curtas baseados em três contos de escritores da zona sul de São Paulo. "Amanhã, Talvez" é escrito por Sérgio Vaz, adaptado e dirigido por Rogério Pixote.

Sinopse

Manoel e sua vida, cotidiano. Bebida, controle remoto, controle remoto, bebida, boteco. As vezes a mulher, as vezes os filhos, as vezes. Controle remoto, bebida, TV, um anjo. Um anjo e a vida de Manoel.


Direção: Rogério Pixote; Fotografia: Renato Candido; Produção: Daniela Embón, Peu Pereira, Rafael Franja; Fotografia Still, Elétrica e Claquete: Paulo Rodrigo; Figurino e Arte: Íza Joy.

Elenco: Tatiana Godói, Sérgio Carozzi, Evânio Teles.

E mais uma porrada de gente que ajudou antes, durante e os que não sabem, mas ainda vão ajudar muito.

Confira as fotos de Luciana Dias e Paulo Rodrigo.



Evânio Teles

Sérgio Carozzi, Rogério Pixote e Evânio Teles.


Sérgio CarozziJoy Íza, Sérgio Carozzi e Evânio Teles.



Renato Cândido no ballet do enquadramento.

Tatiana Godói

Rafael Franja, Daniela Embón e Carozzi.


Para saber mais sobre Contos de Bairro clique aqui

Sexta-feira, Fevereiro 20, 2009

Festa Cultural do Grupo Clariô


Rua Santa Luzia, 96 - Taboão da Serra/SP, centro.

Oficinas na Casa do Hip - Hop

Segunda-feira, Fevereiro 16, 2009

Últimos filmes que assistimos

Uma das tarefas mais gostosas que o Cine Becos nos proporciona é o pensar sobre os filmes que iremos exibir, ou seja, é preciso ter na cabeça, no coração e no olhar títulos que nos tocam a ponto de querermos dividí-los com outros.
Confesso: não é tão fácil.
Isto porque o filme é sempre definido no encontro. Como na literatura, o sentido do filme é construído por quem o assiste, e dialoga com ele.
Somos algumas cabeças e corações com certa sintonia cinematográfica e quase sempre chegamos a um título eleito sem grandes discordâncias.

Nos últimos dias partilhamos algumas sessões: Videolência produzido pelos parceiros do NCA , Viver a Vida do Godard e por fim Brasilia 18% de Nelson Pereira dos Santos. Títulos bem variados: o primeiro fala de nós, o segundo nos remete a um jeito de fazer cinema audaz e que marca a linguagem cinematrográfica e o terceiro é um experimentação ficiconal de um importante percussor do cinema novo brasileiro.


O vídeo do Fernando, Daniel e do Diego nos coloca na tela, nos dá voz e registra um momento histórico na relação que temos com o vídeo e com o cinema: podemos propor sentidos e não mais sermos só expectadores. Misturamos ficcção e entrevistas documentais, desconstruímos a linguagem já estabelecida.




O filme do Godard nos remete a outro "A paixão de Joana D´Arc" ambos falam de mulheres sem liberdade, por meio do silêncio, de intertítulos, dos fins trágicos, e nos tocam pelo olhar das protagonistas: por eles vemos suas almas.





O terceiro filme que partilhamos nos colocou numa situação embaraçosa frente ao diretor de Rio 40 Graus e Memórias do Cárcere... Pois é, em cinema, o nome do diretor é apenas um indicativo do tipo de filme que você poderá assitir, mas nunca pode ser uma referência absoluta no que diz respeito a qualidade da obra. Vários lances ouvidos: "noosssssssssa não acredito", "mas que luz é essa", "essas explicações no meio do filme é que matam", "mas que protagonista mais babaca", e por aí vai...

Não preciso nem dar pista sobre qual o próximo filme iremos assistir.

Terça-feira, Fevereiro 03, 2009

Gente Muda. Ah, se muda!

Segunda-feira, Fevereiro 02, 2009

Protesto de Paraisópolis

Favela Paraisópolis em São Paulo

Manchete do cretino jornal SPTV da Rede Globo em sua versão noturna do dia 02/02/2009:
Vandalismo em Paraisópolis, moradores queimaram carros...

Por quê? Essa pergunta eles não responderam.


Protesto nas periferias de Paris há um tempo atrás

Mexeu com nóis é roça, de um jeito ou outro, hoje ou amanhã.

Sábado, Janeiro 24, 2009

Tá me ouvi-vendo?

Rogério Pixote, Luciana Dias, Marcelino Freire e Glauber Rocha no mesmo balaio.

Vídeo-poesia (ou como queira chamar) realizado com eixo no texto Trabalhadores do Brasil, de Marcelino Freire em diálogo com os filmes Terra em Transe e Di-Glauber, de Glauber Rocha. A interpretação fica por conta de Luciana Dias e Rogério Pixote criou as peças e montou o quebra-cabeças.

A proposta foi trabalhar os conceitos do texto O Filme-Ensaio, de Arlindo Machado, a montagem nuclear do Glauber Rocha para discutir o negro/povo brasileiro e a sua relação com os ditos intelectuais.

Bem, é mais ou menos por aí...
Assista e me diga se faz algum sentido.


Quinta-feira, Janeiro 08, 2009

Mostra de video do VAI


Quarta-feira, Novembro 26, 2008

Semana do Vídeo Popular

Sexta-feira, Novembro 21, 2008

Mostra Cultural da Cooperifa

Eu, Sérgio, Daniel e Jeferson

Ontem, 20/11/2008, rolou o dia do cinema na Mostra Cultural da Cooperifa com vídeos africanos a dar com pau e debate com Rogério Pixote, Daniel Fagunde (NCA) e Jeferson De com a mediação do Sérgio Gagliardi.
A conversa foi muito interessante, o Jeferson é um cara muito legal mas tinham umas perguntas que não poderiam faltar, né? Bom, perguntas que ele já deve estar cansado de ter que responder mas nunca tinha respondido pra nós.
Foi bom, teve gente que quase nos xingou, quis derrubar a mesa. Quase saiu: Jeferson, porco capitalista! e; Pixote e Daniel, invejosos!
Nada de mormaço, o chicote estralou, depois escrevo mais.
E ainda tá rolando a Mostra, peço desculpas por não ter postado nada antes, a correria tá grande. Se puder colar na Mostra, vale a pena.


Dá uma bizoiada na programação. É só clicar na imagem.

Terça-feira, Novembro 18, 2008

Fela Kuti no Cine desse mês

Clique na imagem


Neste mês será exibido o filme A Música é uma Arma, produzido pelos franceses Jean-Jacques Flori & Stéphane Tchalgadjieff, no qual mescla depoimentos do músico nigeriano Fela Kuti e cenas jornalísticas dos confrontos entre o Exército nigeriano e os civis. Faz um panorama histórico da resistência por parte da população africana à invasão das multinacionais no país.

Quem foi Fela Kuti
Fela Anikulapo Ransome Kuti (Abeokuta, 19381997) foi um multi-instrumentista nigeriano, músico e compositor, pioneiro da música afrobeat, ativista político e dos direitos humanos.

Fela Kuti nasceu em Abeokuta, no estado de Ogun, na Nigéria em uma familía de classe média. Sua mãe, Funmilayo Ransome-Kuti, foi uma feminista atuante no movimento anti-colonial, e seu pai, Reverendo Israel Oludotun Ransome-Kuti, um pastor protestante e diretor de escola, foi o primeiro presidente da União Nigeriana de Professores. Seus irmãos Dr. Beko Ransome-Kuti e Olikoye Ransome-Kuti, eram ambos conhecidos na Nigéria.
Quem é Salloma
Salloma" Salomão Jovino da Silva -Doutor em História Social pela PUC/SP; Educador, Músico e Pesquisador visitante do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa,

http://pt.wikipedia.org/wiki/Fela_Kuti

Segunda-feira, Novembro 03, 2008

Exposição: Gente Muda até dia 30.


Os imigrantes


Quarta-feira, Outubro 08, 2008

Vejam o que fizeram no Centro Cultural da Juventude



Sábado, Outubro 04, 2008

Exposição Natural da Periferia

Quinta-feira, Setembro 25, 2008

Poesia Maloqueirista convida


Quarta-feira, Setembro 24, 2008

CINEBECOS NA CASA DE CULTURA DE M BOI MIRIM



27/09- excepcionalmente sábado

17h - infantil

Príncipes e Princesas

Direção: Michel Ocelot

Neste criativo filme de silhuetas animadas, uma menina e um menino encenam fantásticas peças de teatro, auxiliados por um velho técnico desempregado. Eles se transformam em herói e heroína de seis contos e viajam para todos os cantos do mundo, indo do passado remoto ao futuro distante. O filme apresenta um universo de elegantes e encantadoras figuras que deslumbram espectadores de todas as idades, mostrando a beleza do Antigo Egito, a poesia da arte japonesa, o romance da Idade Média e os prodígios do ano 3000.

19h - adulto

Escritores da Liberdade

Direção: Richard LaGravenese

O filme se passa em um período em que estourava nas ruas a guerra interracional americana, onde para os jovens da classe de Gruwell, conseguir sobreviver o dia a dia da guerra entre as raças no meio da rua, já era um feito muito grande. E é a partir do respeito e a forma de tratar os alunos como nenhum outro professor havia tratado, ou seja, escutando-os como adultos que estavam se formando, que a nova professora conquista um a um. Enquanto escrevem seus projetos, os alunos saem em busca de se tornarem eles mesmo esses heróis. E pela primeira vez eles poderão experimentar a esperança de que talvez eles possuam a chance de mostrar ao mundo que suas vidas também fazem o diferencial e que eles possuem algo a dizer ao mundo.

Casa Popular de Cultura de M'Boi Mirim - Av. Inácio Dias da Silva, s/n – Piraporinha - Zona Sul. Dia 27/09 (sábado), a partir
das 17h. Entrada Franca. (11) 5514-3408 / 7620-6233

II Festival de Cinema e Cultura em Brasília



Estão abertas as inscrições para o II Festival de Cinema e Cultura
Cine Periferia Criativa, a ser realizado nos dias 7, 8 e 9 de novembro
de 2008, das 14h às 22h, no Teatro SESC Newton Rossi, do Centro de
Atividades SESC Ceilândia DF .

As inscrições podem ser feitas até o dia 30 de setembro, e toda a
comunidade poderá inscrever seus vídeos. A ficha de inscrição e o
edital podem ser retirados no site
http://www.cufadf.com.br/cinecufa/homecinecufa.swf .

Uma parceria da Central Única de Favelas do Distrito Federal (CUFA)
com SESC/DF.

Amanhã estréia de CINEMA DE QUEBRADA


O CINECLUBE PÓLIS convida para estréia do documentário CINEMA DE QUEBRADA de Rose Satiko
Dia 25 (quinta-feira) de setembro às 19h

Debate com a diretora e coletivos de audiovisual da cidade de São Paulo

ENTRADA FRANCA
Rua Araújo, 124, centro
(próximo à estação de metrô República, esquina com a Gal. Jardim)
2174.6840 / cineclube@polis.org.br


CINEMA DE QUEBRADA

(NTSC, cor, 45 min, LISA/FAPESP, 2008)
DIREÇÃO E PESQUISA: Rose Satiko Gitirana Hikiji
ROTEIRO E EDIÇÃO: Karine Binaux Teperman
FINALIZAÇÃO: João Claudio Sena
TRILHA SONORA ORIGINAL E DESIGN SONORO: Ewelter Rocha
MÚSOCA ADICIONAL: Despetalar (O Encanta Realejo) Composição: Aline Reis
PÓS-PRODUÇÃO: André Ferraz (Estúdio Música Bacana)
IMAGENS ADICIONAIS: Giuliano Ronco, Paula Morgado, Juliana Biazetti
PRODUÇÃO: Laboratório de Imagem e Som em Antropologia (LISA-USP)
APOIO: Fapesp

Em Cinema de Quebrada, jovens moradores da periferia de São Paulo apresentam o cinema como meio de expressão e de reflexão. Nas quebradas, fazem e exibem vídeos, questionando as representações midiáticas da periferia e construindo novas imagens a partir de suas experiências.

O filme é resultado de uma pesquisa realizada pela antropóloga Rose Satiko Gitirana Hikiji, desde 2004, sobre a produção audiovisual realizada a partir das periferias brasileiras por seus próprios moradores. Acompanhando festivais de cinema, como o Festival Internacional do Curta-Metragem em São Paulo (e a mostra Formação do Olhar), oficinas de vídeo (entre elas, aquelas promovidas pelas Oficinas Kinoforum de Realização Audiovisual), e o trabalho de jovens realizadores em suas próprias comunidades, a pesquisadora teve acesso a um universo de produções e questionamentos que tem como objeto ora a própria periferia e suas representações (nem sempre consideradas representativas pelos seus moradores), ora o mundo, olhado a partir das lentes de quem vive "do outro lado da ponte".

Dentre os coletivos que apresentam suas idéias e imagens no documentário, estão alguns pioneiros do "Cinema de Quebrada" em São Paulo, como o Filmagens Periféricas (de Cidade Tiradentes, ZL) e o Arroz, Feijão, Cinema e Vídeo (Taipas, ZN). Também protagonizam o filme grupos da Zona Sul, que atuam tanto na produção como na divulgação do cinema e de outras formas artísticas nas quebradas, como o Arte na Periferia, o Núcleo de Comunicação Artística (NCA) e o Cine Becos.

Os realizadores e exibidores de quebrada apresentam também seus olhares sobre a periferia e o centro - e as pontes e barreiras entre estes espaços . Em suas falas e filmes, percebe-se a força de uma reflexão inédita, em que o cinema é meio de relação e de transformação.